21 de junho de 2026
Cristiano Ronaldo.
16 de junho de 2026
O Mundial de 2026.
8 de junho de 2026
A Primeira Comunhão e o Crisma Solene.
Na sexta-feira passada (dia 5 de Junho), fiz a minha Primeira Comunhão e o Crisma, após oito meses de catequese. Não sei se cheguei a referi-lo aqui no blogue: eu fui baptizado com um ano e alguns meses de idade. Fizeram que o meu baptismo coincidisse com o casamento do irmão do meu pai, para organizar as festas juntas. Contudo, os meus pais não eram religiosos; se lhes perguntassem se acreditavam em Deus e na palavra do seu filho unigénito, Jesus, diriam que sim, porém, não frequentavam a igreja, não se confessavam, não iam à missa, não comungavam. Assim sendo, não frequentei a catequese. Fiquei com o primeiro sacramento, o do baptismo, que nos perdoa o pecado original, e nada mais. No ano passado, senti uma espécie de chamamento para terminar o que os adultos responsáveis por mim negligenciaram (neste caso, mais até do que os meus pais, os meus padrinhos, quem assumiram a responsabilidade, ante Deus, de me iniciar e seguir na vida religiosa). Os meus padrinhos de baptismo foram o irmão do meu pai e a sua mulher. Por curiosidade, tenho dois processos em tribunal contra o sujeito, e escrevi ao Vaticano para tentar removê-lo da minha certidão de baptismo.
Comecei a frequentar a catequese da minha paróquia, aqui em Espanha, em Outubro do ano passado. Éramos poucos de início e menos ainda no final. Umas seis pessoas. De entre elas, eu era o único que não estava ali porque queria ser padrinho de baptismo, ou porque me queria casar, ou porque houvera feito uma promessa ao padre há vinte anos. Era o único que estava ali por fé. Achei que uma catequese ao mês era pouco, mas ainda assim melhor do que nada, e o suficiente para, em Junho, fazer a Primeira Comunhão e o Crisma Solene, o que ocorreu há três dias.
Foi uma cerimónia bonita. Misturou adultos e jovens. Para a Igreja Católica, quem tem mais de sete anos já é considerado adulto para receber os sacramentos, porque tem idade suficiente para distinguir o bem do mal, portanto, havia ali jovens connosco, adolescentes. Eu fui o único a comungar pela primeira vez. A cerimónia começou às 20h e terminou cerca de 1h30 depois. Levei uma vela personalizada com o meu nome, em tons beige, os mesmos que escolhi para a roupa que vesti: umas calças chino, uma camisa branca, uma gravata em tons beige e um blazer da mesma tonalidade. Os sapatos, castanhos. Escolhi o meu marido como meu padrinho, afinal, se a Igreja não reconhece a nossa união, nada obsta a que possa ser meu padrinho. E assim foi: quando chegou a minha vez, aproximei-me do padre, que me ungiu a testa com um óleo, fez-me o sinal da cruz e abençoou-me. Mais tarde, fui o primeiro a comungar, e tomei o Corpo de Cristo embebido no cálice do seu sangue.
Pode parecer desnecessário para muitos, para mais sendo eu um homem de quarenta anos, mas para mim foi importante. De certa forma, fazer estes sacramentos com esta idade tem um lado, a meu ver, bastante positivo: muitas vezes, as crianças fazem-no impelidas pela família, sem saber muito bem o que está a ocorrer ali; no meu caso, não. Recebi o Corpo de Cristo e a bênção especial do Crisma, ou seja, fortificando os laços com o Espírito Santo, totalmente consciente, no pleno uso da minha liberdade individual, esclarecido. Nunca é tarde para terminar o que não se terminou. Estamos sempre a tempo de fazer o que somos impelidos a fazer, o que queremos fazer, independentemente dos reveses da vida. E sinto-me muito bem por ter querido receber estes dois sacramentos. Deixo-vos uma foto do momento do Crisma.
3 de junho de 2026
Deus no céu e obras em casa.
Eu odeio ter obras em casa. Ninguém gostará, digo eu. Há gostos para tudo. Provavelmente haverá quem goste de conversar com os obreiros e de ver as melhorias na casa. Eu gosto da última parte. Todos queremos ver o nosso lar valorizado. No meu caso, o problema é que padeço de TOC (diagnosticado mesmo) e tenho aversão a ajuntamentos de pessoas naquilo que considero ser o meu espaço vital, isto é, a minha casa propriamente dita e o terreno que a circunda. Gera-me uma ansiedade descomunal. Junta-se, ao medo de que me estraguem alguma coisa, a sensação de que não posso controlar o que fazem, a que se soma um desconforto por perturbarem a minha tranquilidade. Se eu pudesse, não fazia nada. Deixava tudo como está. Mas depois vês os vizinhos com as coisas feitas, e sofres; eu sofro, pelo menos, porque sou ligeiramente invejoso. Amanhã vou confessar-me pela primeira vez, antes da Primeira Comunhão e do Crisma, na sexta-feira. Confessarei estes pecados, e outros. Serei uma bicha santa e santificada. Amén.
27 de maio de 2026
Maus avós.
Não tive a sorte de ter uns bons avós, nem do lado materno, nem do paterno. Talvez tão-pouco tenha sido um bom neto. Isso não vem ao caso. O meu avô paterno era um homem particularmente mau: egoísta, grosseiro, mau-carácter. Quando eu tinha em torno de 14 ou 15 anos, disse-me algo que me marcou profundamente, uma das inúmeras barbaridades que ouvi da sua boca:
"A neta sim vai ser alguém na vida; tu não"
É crudelíssimo ouvir tais palavras de um adulto com o qual mantemos um vínculo familiar tão próximo, e numa idade difícil como o é a adolescência. Com o a neta, referia-se à minha prima. Éramos apenas dois netos, e há tantos avós com montes de netos que conseguem guardar amor por todos da mesma forma. No caso dos meus avós paternos, embora fôssemos apenas dois, o seu coração era tão pequeno que só conseguia albergar amor pela minha prima. Pela casa, havia fotos da minha prima em cada divisão, espalhadas por todo o lado, e nem uma única minha.
Sucede que o destino é curioso, e aqueles que tinham o dever de cuidar de nós e inclusive de saber mais que nós também se enganam. Hoje sou um tipo com uma vida muito confortável. Mesmo muito confortável. Mudei de país, tenho a minha casa e as minhas coisas. Conforto, dinheiro. E a neta é uma pelintra, miserável, que aos 38 anos vive com a mãe num dos piores subúrbios de Lisboa, Santo António dos Cavaleiros. Parece que o meu avô estava enganado, na sua ignorância, falta de tacto e de discernimento.
26 de maio de 2026
Eu sou a inveja das bichas de Portugal.
25 de maio de 2026
23 de maio de 2026
A Pérgola de Jardim.
Chamo-lhe pérgola porque é como lhes chamam aqui, em Espanha. Já vivo aqui há anos. Vou perdendo o contacto com o português europeu, se bem que, mesmo quando morava em Portugal, não sabia o nome destas coisas. Basicamente, são umas estruturas de alumínio, ou outro material (no nosso caso de alumínio), que se instalam e que ficam ali o ano todo, a priori vários anos - e por isso são tão caras. São bastante funcionais, sobretudo no Verão, porque podemos estar no jardim, à noite, a jantar fora de casa, ou simplesmente a aproveitar as noites quentes. No caso da nossa, é ventilada, porque tem um tecto que abre lateralmente -um género de barras-, o que permite que ventile e que se evite o "efeito estufa". Comprámos uma. Ligámos para uma empresa de construção com a qual já trabalhámos antes, que mandou um dos seus homens a montá-la. O meu marido ajudou. São precisas de 2 a 3 pessoas e leva cerca de 3/4 horas. Vai fixa ao chão, claro está, porque é uma estrutura pensada para ficar todo o ano, permanente, e para aguentar ventos e chuvas. Além de nos permitir desfrutar do jardim, é esteticamente bonita, valoriza a casa e gosto de vê-la ali. Vamos, ainda, montar uns móveis de jardim, uns sofás e uma mesa, que ficam dentro da pérgola, e pronto, ficamos com um espaço bonito e funcional no nosso jardim, que estamos a fazer pouco a pouco, muito pouco a pouco, porque é apenas o meu marido quem cuida do jardim -eu não levo o menor jeito-, e ele, infeliz ou felizmente, tem pouco tempo. É agradável ir vendo que a casa vai ganhando jeito, vai ficando como queremos, já que o anterior proprietário, que nunca aqui habitou, era um desastre.
20 de maio de 2026
Da fama e da glória.
Pus-me a ver uma entrevista do Kiko is Hot no As Três da Manhã da Renascença. Eu acho que todos os que andam aqui, nos meios virtuais, sabem quem é o Kiko is Hot, mas, para quem não sabe, é um tipo que começou a gravar vídeos para o Youtube em 2011, que depressa se tornaram virais. Ainda tudo muito rudimentar, sem microfone nem nada. Lá insistiu e foi persistente. Hoje tem, entre o Insta e o Tik Tok, mais de um milhão de seguidores. Parecem fama e dinheiro fáceis. Não são. Para se ser youtuber (agora está passado de moda) e ter impacto, era preciso ter imaginação com os vídeos, insistir-se muito, e mesmo assim às vezes não era suficiente. Quem conseguia, de facto alcançava fama virtual, e daí dinheiro com as visualizações. Eu comecei a gravar vídeos para o Youtube antes do boom de youtubers, em 2008. Recebi tanto hate, como o Kiko, de resto, mas, à diferença dele, não insisti. Apaguei tudo e criei este blogue, um espaço mais reservado, que porém nunca me deu nada. Não é que eu quisesse fama ou dinheiro, não; é ver que gente com muito menos capacidades do que eu chegou lá, e eu não. Fiquei pelo caminho. Não só nestes meios virtuais. Em tudo.
Quando me matriculei na Faculdade de Direito de Lisboa, o meu pai foi comigo. Nesse dia -quem conhece a FDUL sabe como é- estavam imensas "barraquinhas" dos vários partidos políticos ao longo da sua ampla entrada. O meu pai disse-me: "Mete-te na política". Não o fiz. Hoje poderia ser alguém de sucesso, renomado, cheio de dinheiro. Não tenho mais do que aquilo que preciso, contudo, está sempre aqui o "e se?". E se tenho arriscado no Youtube naqueles anos? E se tenho entrado na política como o meu pai me aconselhara? E se?
Sinto que passei ao lado de uma grande carreira, de uma grande vida, e só me posso culpar a mim mesmo, pela inércia; porque a verdade é que não gosto de fazer nada. Sou demasiado preguiçoso, indolente, e em tudo há que ter determinação; capacidades não me faltam: sei o que valho; sei que, além de inteligente, sou esperto e tenho lábia. Falta-me o resto: determinação, sentido de oportunidade, obstinação, inteligência emocional.
Agora será demasiado tarde. Ficam a mágoa e a revolta - e a culpa, a quem só posso atribuir a mim.
18 de maio de 2026
Das séries.
Eu gosto de ter algo para acompanhar. Uma série, por exemplo. Já vi muitas ao longo destes anos. Gostei imenso de Guerra dos Tronos, Pose, Walking Dead, Breaking Bad, entre outras. Tenho, além da Netflix, HBO e Amazon Prime, estas duas porque vêm incluídas no meu pacote da Vodafone Casa. Ultimamente não consigo empatizar com nenhuma série. Tenho tentado com várias, algumas até renomadas, como Mad Men, Os Sopranos, etc, e não me prendem ao ecrã. Não me considero muito exigente, mas é certo que tão-pouco consigo gostar da primeira coisa que me põem à frente. Para contornar este "problema" de não ter algo para acompanhar, assinei uma aplicação de novelas brasileiras, a Globoplay. Tenho acompanhado uma novela que vi em 2004 e da qual gostei, Da Cor do Pecado. Há pessoas com preconceito relativamente ao formato novela. Eu não. Só quero ter algo para poder acompanhar e manter-me distraído das redes sociais, que me ocupam demasiado tempo, tempo que poderia aproveitar melhor. Eu sou eclético com os meus gostos, sejam eles quais forem. Se gosto, gosto, pouco me importando com rótulos absurdos.
17 de maio de 2026
Dia Internacional Contra a LGBTfobia.
16 de maio de 2026
Vizinhos...
Ter vizinhos é uma chatice. Que o diga eu. Tenho tido problemas com praticamente todos os vizinhos em praticamente todos os lugares onde vivi. A situação é pior nos prédios, porque estamos sujeitos a uma relação de maior proximidade, o que se verifica em ruídos, infiltrações, etc, etc. Mesmo vivendo numa casa, há problemas. As propriedades limitam entre si. No ano passado, quis fazer uma rampa de acesso à minha casa. O vizinho da frente implicou, denunciou-nos ao alcalde (o presidente da câmara), que nos embargou a obra. Ficou tudo assim, em águas de bacalhau, como se costuma dizer. Fê-lo por pura maldade, uma vez que a rampa em nada o prejudicaria. Alegou que não íamos colocar um cano de escoar as águas no cimento, pelo que se juntariam e poderiam afectar a sua propriedade... Tretas! Ele vive em frente. Há uma estrada enorme, por onde passam carros, para cima e para baixo, e além disso não há nenhum ajuntamento de águas ali. Este ano, é com o vizinho do lado, que ainda antes de termos comprado a casa, decidiu escavar toda a terra do seu terreno para aplaná-lo. Naturalmente, di-lo a normativa vigente e o bom senso também, como se precisasse, que quando é assim há que erguer um muro de contenção para não comprometer o muro do vizinho. E ele fê-lo? Claro que não. Agora mesmo andamos a tentar insistir com ele nesse sentido. Sabe dizer-nos que temos de podar as nossas árvores, sabe meter-se nos nossos assuntos, mas parece que se "esquece" daquilo que lhe compete. Enfim.
O melhor, o melhor é comprar um terreno de vários hectares e construir uma casa bem no meio, e mesmo assim...
14 de maio de 2026
Toma lá, dá cá.
9 de maio de 2026
O Diabo Veste Prada, 1 e 2.
7 de maio de 2026
Ter um gato, neste caso, uma gata.
6 de maio de 2026
A nova lei da nacionalidade.
4 de maio de 2026
XVIII Aniversário.
3 de maio de 2026
Michael.
29 de abril de 2026
40.
28 de abril de 2026
À consideração.
24 de abril de 2026
Mudança de hábitos.
22 de abril de 2026
Cristina Ferreira.
21 de abril de 2026
Acusações.
20 de abril de 2026
Não temos vida fora do virtual.
16 de abril de 2026
Trezentos euros mais “leve”.
14 de abril de 2026
De macho a macaca.
12 de abril de 2026
Os ficheiros do caso Carlos Castro.
9 de abril de 2026
Problemas.
8 de abril de 2026
As procissões.
6 de abril de 2026
Os cinquenta anos da Constituição de 1976.
No passado dia 2 de Abril, comemorou-se o quinquagésimo aniversário da aprovação da actual Constituição de 1976. De lá para cá, passou por sete revisões, ou reformas, e embora mantenha o espírito inicial que presidiu à sua feitura, no que respeita aos princípios democrático, de respeito pela pessoa humana, pouco ou nada resta da Constituição económica, por exemplo. Na sua versão original, era uma Constituição quase comunista, inspirada no extremismo de esquerda que se seguiu à Revolução. Quis o bom senso que fosse sendo aperfeiçoada, e a prova provada de que uma Constituição deve ser breve e sucinta, e por isso atemporal, é a nossa: prolixa, demasiado extensa, que obriga o Estado a tudo e mais alguma coisa, e que por isso mesmo, em grande parte dos casos, como nos direitos sociais, é letra morta.
Sinceramente, não sei se a Constituição precisa de uma oitava revisão. A questão não reside tanto em dotar a Constituição de mais mecanismos e imposições para o Estado e os cidadãos, mas sim de cumpri-la, e em tempo razoável.
5 de abril de 2026
Salamanca.
![]() |
| A cidade desde o alto das torres velhas da catedral |
![]() |
| A Universidade Pontifícia e a Casa das Conchas |
1 de abril de 2026
Feliz Páscoa.
30 de março de 2026
Ser espanhol.
27 de março de 2026
Noelia Castillo Ramos.
26 de março de 2026
A masculinidade tóxica entre os gays.
25 de março de 2026
As pessoas podem ser muito más.
23 de março de 2026
Só dês um livro a quem o mereça.
Eu adoro comprar livros. Lê-los, evidentemente, mas comprá-los, mesmo que demore anos a pegar neles, é algo que não posso evitar. Recentemente soube que isto tem um nome qualquer, e que não é necessariamente mau, ou seja, não é um mero vício; digamos que vou comprando livros cujos temas me interessam. É como estabelecer uma espécie de baliza mental; de biblioteca dos meus gostos. Não é acumular. Os livros nunca são demais.
Esta introdução para dizer que, às vezes, quero livros antigos e descatalogados, que compro a privados através de plataformas como o OLX ou alfarrabistas. O último que comprei foi um sobre Portugal e Castela na Idade Média. Frequentemente, encontro dedicatórias dentro dos livros. Uma recente levou-me a pensar: o que levará alguém a desfazer-se de um livro que lhe foi dado com carinho, mesmo que esse carinho tenha deixado de existir? Afinal de contas, existiu num determinado momento no tempo. E um livro é um presente tão especial, que fico sempre com aquela ideia de que quem dá um livro tem verdadeiro afecto. Por isso, nunca dês um livro a alguém que desconfies que é capaz de se desfazer dele, vendendo-o a outrem que depois o põe à venda numa plataforma qualquer. Um livro é amor, é testemunho de amor, e isso deve ficar, mesmo que o resto já não esteja.
20 de março de 2026
A mudança de género antes da maioridade.
19 de março de 2026
Seremos todos um pouco bissexuais?
18 de março de 2026
Rob Jetten.
16 de março de 2026
O(s) armário(s).
13 de março de 2026
Cozinhar.
![]() |
| Arroz de pato |
![]() |
| Entrecosto no forno |
![]() |
| Feijoada à brasileira |
![]() |
| Francesinha à moda do Porto |
![]() |
| Bacalhau à Brás |
12 de março de 2026
Quatro anos.
11 de março de 2026
Vera Lagoa (1917-1996).
10 de março de 2026
A saúde mental.
9 de março de 2026
António José Seguro.
7 de março de 2026
Os sobreviventes.
6 de março de 2026
António Lobo Antunes (1942-2006).
A morte de António Lobo Antunes deixa um silêncio profundo na literatura portuguesa. Parte um dos maiores escritores da nossa língua, uma voz única, intensa e implacável, que transformou a experiência humana, a guerra, a memória, a culpa, a família, o amor e a solidão em literatura de uma força rara.
O eterno Prémio Nobel da Literatura que nunca o recebeu. Uma injustiça enorme cometida contra um dos maiores escritores de sempre da língua portuguesa. Em todo o caso, ele também dele não necessitava, e enjeitou-o, inclusivamente.

























