2 de julho de 2026

Kylian Mbappé.


   Eu não sei quanto a vocês, mas este homem, se eu não fosse casada e ele quisesse, fazia de mim o que queria. 




21 de junho de 2026

Cristiano Ronaldo.


   A selecção portuguesa e a Federação Portuguesa de Futebol estão reféns de um jogador de futebol de 41 anos que está obcecado em bater recordes. Nas redes sociais, não se pode criticar Cristiano Ronaldo que chove uma onda de críticas desproporsitadas e cheias de ódio. Os jogadores da selecção passam por isso, e as suas famílias, porque há quem ache que devemos ficar com uma dívida de gratidão eterna a Cristiano Ronaldo. Acontece que Cristiano Ronaldo é um atleta que envelheceu, como todos envelhecemos; que não tem a rapidez nem a capacidade de explosão de outrora, e que actualmente é um elemento perturbador em campo; mais, é um elefante branco na sala, porque já todos perceberam que não joga nada, que não é útil, antes pelo contrário, mas não há coragem para deixá-lo no banco. E ele, por sua parte, não consegue sair voluntariamente, arriscando-se a ficar como uma má anedota.




    Entretanto, comprei a minha primeira camisola oficial da selecção para apoiar a nossa equipa. Sempre com Portugal, independentemente dos egos de uns e dos medos de outros.

16 de junho de 2026

O Mundial de 2026.


   Já há uns dias que não digo nada. Sei que não tenho nenhum compromisso convosco, nem sequer com o blogue, mas sim comigo, e eu gosto de manter este espaço actualizado. Não há nenhuma novidade relevante. Tenho passado os últimos dias completamente absorto com o Mundial de Futebol. Procuro ver todos os jogos ou os resumos, e isso leva-me tempo. Adoro estas competições, não é novidade. Para já, há uma pequena surpresa: selecções aparentemente fracas estão a impor-se ante adversárias de muito mais nível desportivo e competitivo, o que, lá mais para a frente na competição, imagino que se equilibre. Foi assim, por exemplo, ontem, com o jogo entre a Espanha e Cabo Verde, em que a Espanha não conseguiu furar a muralha que os tubarões ergueram no seu meio campo. Portugal joga amanhã. Vamos ver com que pé começa. Eu, naturalmente, tenho duas selecções: Portugal e Espanha, uma de coração e outra de adopção. E devo ser a única bicha que não vê os jogos pelas pernas dos jogadores.