10 de julho de 2026

Bonnie Tyler (1951-2026).


   Total Eclipse of the Heart é das minhas canções favoritas de sempre. Holding Out for a Hero e It's a Heartache também, não tendo, porém, tanto impacto em mim. Eu sou muito fã dos anos 80, e a Bonnie é um elemento indissociável dessa década que não vivi conscientemente (nasci no final dos 80) e que aprendi a amar em torno de 2001, na adolescência, quando ainda não era trend gostar dos 80, talvez pela proximidade temporal. Além disso, a Bonnie vivia em Portugal. Era um pouco nossa. Segundo dizem, era acessível, por ter vindo de uma família humilde. Só motivos para lamentar a sua partida precoce. Precoce, sim. O que é morrer com 75 anos? Eu sabia que uma perfuração no intestino é algo gravíssimo, até porque o meu marido mo disse, mas acompanhava a sua recuperação com expectativa. Fiquei animado quando soube que saíra do coma. Não esperava este desfecho, não. Perdemos mais uma grande da velha guarda. Bah. Estou triste.

2 de julho de 2026

Kylian Mbappé.


   Eu não sei quanto a vocês, mas este homem, se eu não fosse casada e ele quisesse, fazia de mim o que queria. 




21 de junho de 2026

Cristiano Ronaldo.


   A selecção portuguesa e a Federação Portuguesa de Futebol estão reféns de um jogador de futebol de 41 anos que está obcecado em bater recordes. Nas redes sociais, não se pode criticar Cristiano Ronaldo que chove uma onda de críticas desproporsitadas e cheias de ódio. Os jogadores da selecção passam por isso, e as suas famílias, porque há quem ache que devemos ficar com uma dívida de gratidão eterna a Cristiano Ronaldo. Acontece que Cristiano Ronaldo é um atleta que envelheceu, como todos envelhecemos; que não tem a rapidez nem a capacidade de explosão de outrora, e que actualmente é um elemento perturbador em campo; mais, é um elefante branco na sala, porque já todos perceberam que não joga nada, que não é útil, antes pelo contrário, mas não há coragem para deixá-lo no banco. E ele, por sua parte, não consegue sair voluntariamente, arriscando-se a ficar como uma má anedota.




    Entretanto, comprei a minha primeira camisola oficial da selecção para apoiar a nossa equipa. Sempre com Portugal, independentemente dos egos de uns e dos medos de outros.