7 de setembro de 2019

Férias e Festa do Livro de Belém.


  Dei por mim a pensar que ainda não lhes falara das minhas férias. Já sabem que estive no Algarve. Mais concretamente em Vilamoura. Foram oito dias fantásticos. Logo no sábado, passei pela Costa da Caparica. Fui à Praia 19, com uns amigos. Foi a minha estreia numa praia dita gay. Sendo sincero, gostei da praia, mas não do ambiente. O lado bom é o de que podemos estender uma toalha à vontade, sem medo de encher o vizinho do lado de areia. O lado mau é mesmo toda aquela atmosfera de engate (ou pegação, como dizem os brasileiros) e todos aqueles homens nus. Há quem goste. Eu não gosto. Claro que não me caíram os parentes na lama, ou, como também diz o povo, quem está, está, quem vai, vai.

   Já pelas 18h e picos, seguimos para sul. Cheguei ao Algarve de noite. No dia seguinte, domingo, comecei pela piscina, de manhã, seguindo-se a praia, à tarde, e pequenos passeios pela Marina de Vilamoura, pelo Old Village e pelo centro da localidade, à noite, num ritual que se repetiu pela semana. Deixo-lhes algumas fotos. Já sabem que poderão ter acesso ao registo fotográfico das férias através das minhas plataformas virtuais, isto para quem me segue por lá.

Praia da Rocha Baixinha - Vilamoura
Piscina! :)
Praia do Castelo - Albufeira, uma das bonitas em que estive na minha vida

Praia do Castelo

Arribas da Costa da Caparica





   Disto isto, nesta sexta-feira e neste domingo fui à Festa do Livro de Belém, que sucintamente é uma minifeira do livro, versão 2.0, durante três ou quatro dias, nos jardins do Palácio de Belém - residência oficial do Presidente da República. Na sexta, podia-se andar por lá; no domingo, para esquecer. Colocaram as tendas de venda dos livros num dos jardins. As pessoas amontoavam-se. O passeio valia pelos jardins, pelas fotos, eventualmente, que os descontos também não foram nada de especial - não houve happy hour. Apenas comprei um livro no domingo, uma biografia do Marquês de Pombal por Veríssimo Serrão, um dos nossos nomes maiores da História de Portugal. Uma pechincha, um achado, que mereceu. Tentei ficar para o concerto dos Xutos e Pontapés, evento de encerramento, mas fui derrotado pelos decibéis - sabem que padeço de hipersensibilidade auditiva.

   O Marcelo andava por lá a pavonear-se, entre beijinhos e selfies. Nada de novo debaixo do sol, portanto. A determinado momento, abeira-se da janela, com o povo todo cá em baixo, exultante. As velhas aplaudiam-no. Só visto. Foi meio circo. Deixo-lhes também algumas fotos.


O Marquês de Pombal - O Homem, O Diplomata e O Estadista, por Veríssimo Serrão

Festa do Livro, num dos jardins do Palácio de Belém




4 comentários:

  1. Ainda bem que teve umas boas férias. Todos precisamos para descansar dos nossos trabalhos.
    Eu também regressei :( e ... como sempre, foi muito bom!
    Viajar e dedicarmo-nos a atividades diferentes do que fazemos o resto do ano dá-nos perspetivas diferentes da vida, e das várias dimensões do que nos rodeia!
    Um bom ano
    Manel

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    Respostas
    1. Sim. Precisamos do corriqueiro para aprender a dar valor aos bons momentos.

      Um bom ano? Okay, um bom ano também, ehehe. :D

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Um pouco da vossa magia... :)