Não me alongarei muito. O Paulo era um blogger brasileiro que, a partir de determinado momento, começou a acompanhar e comentar o meu blogue. Eu não sou elitista e, por educação, passava de vez em quando no seu blogue para devolver a simpatia dos seus comentários neste espaço. Não é o “comentas no meu, comento no teu”; é uma questão de cortesia. Eu vejo-o assim. Agora isso de nada importa, porque a blogosfera morreu, mas eu, geralmente, tenho esse gesto de cortesia com quem me visita.
Sinceramente, o blogue dele não me dizia nada. Não era um espaço interessante para mim e segundo os meus gostos. Houve um dia em que comentei qualquer coisa no espaço dele. Creio que ele não gostou do que eu escrevi, não publicou, e desde aí nunca mais houve qualquer interacção entre nós.
Não venho aqui dizer que estou tristíssimo com a morte dele; não o conhecia de lado nenhum, nunca falámos, excepto nalgumas trocas de comentários. Achei, porém, que me merecia umas palavras respeitosas neste momento, afinal, a nascer e a morrer somos todos iguais. Paz à sua alma.
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