23 de junho de 2023

Mais uma morte.


   Perdi o meu pai. Depois da minha mãe, da minha avó, o meu pai foi encontrado morto esta tarde, em casa. Em menos de dois anos, perdi todas as minhas referências, os meus progenitores, as pessoas que cuidaram de mim durante anos. Quando é que a morte decide abandonar-me de vez ou, pelo contrário, levar-me com ela, independentemente de onde vá parar? Já não aguento mais.

12 comentários:

  1. Deixo te um grande abraço com amizade neste dia de tanta dor
    Tens de ser forte, apesar de sentires "órfão"

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    1. Agora que superava o luto da minha mãe, cai-me mais uma “bomba”.

      Obrigado, amigo.
      Mark

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  2. Lastimo mais esta perda.
    Não sendo religioso, não lhe posso dizer que o seu pai está num mundo melhor, no entanto, todos estamos destinados ao mesmo fim, mais cedo ou mais tarde.
    Nascemos para morrer, mas enquanto cá estamos tentemos levar a melhor vida que nos for possível.
    Há épocas na vida que todas as pessoas ao nosso redor desaparecem, é inevitável.
    A idade, a doença e outras causas levam-nos. Nada a fazer.
    No entanto, deve fazer o seu luto, e seguir em frente. Desejo-lhe força para continuar a sua vida, e apraz-me saber que tem quem o apoie nesta tarefa, que não é fácil.
    Um abraço Mark.
    Manel

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    1. Olá, Manel

      São muitas mortes em pouco tempo. Quando parecia que me erguia duma, vem outra. É tão difícil.

      Felizmente tenho o apoio do meu companheiro, senão não sei o que seria de mim. E digo-o sem dramatismos. Não sei realmente o que seria de mim.

      Obrigado pelo apoio. Um abraço.
      Mark

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  3. Mark, posso apenas desejar-te a maior força do mundo para que consigas ultrapassar toda esta dor.

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    1. Muito obrigado. Não sei quem és, não assinaste, mas o que importa são as palavras. Uma vez mais, muito obrigado.

      Mark

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  4. Não sei exatamente o que dizer, mas receba o meu abraço e minha solidariedade neste momento tão difícil. Desejo que sejas forte e estimo que tenha força e serenidade para superar esta perca.

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    1. Olá, Riccardo.

      Muito obrigado pela força, palavras e abraço. Bem necessito nestes momentos terríveis.

      Mark

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  5. Se um abraço te pudesse confortar era esse o meu gesto.
    Que, pelo menos, as palavras te possam mostrar que há velhos amigos que te acompanham na dor.
    P.

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    1. Há momentos em que quero ser forte. Quero acreditar que consigo. Não obstante, há outros em que tenho tantas saudades dos meus pais, de poder falar com eles, e que sinto uma raiva imensa por tê-los perdido tão cedo.

      P… Eu lembro-me de um P., há muitos anos.

      Mark

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  6. Sim, Mark, há muitos anos.
    Entretanto acompanhei a tua dor, as tuas dores, em vários momentos, mas mantive o silêncio.
    Hoje não resisti e resolvi deixar-te umas palavras solidárias.
    Vais conseguir superar as dificuldades, mas a saudade vai continuar a doer.
    Grande abraço, amigo.
    P.

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    1. Olá. Desculpa ter tardado tanto em responder, mas não recebi a notificação da resposta.

      Ah, és o P. de há tantos anos.

      Espero conseguir. É tão difícil. Em ano e meio, foi uma sucessão de desastres.

      Um grande abraço.
      Mark

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