31 de dezembro de 2010

É Preciso Acreditar


Um novo ano começa a aproximar-se muito timidamente. Sinto mesmo que este 2011 é sorrateiro. Tem ar de mau ano, tem cheiro de coisa ruim. Sinceramente, enfrento cada novo ano com muita cautela. Tenho tendência a tirar conclusões precipitadas desde o início. Se o Janeiro foi mau, o resto do ano será pior. Pouco auspicioso, não é?
É preciso, no entanto, que continuemos a sonhar com uma vida melhor. Uma vida nova ou renovada, como queiram. É preciso que não deixemos a realidade inóspita da vida roubar o que de melhor existe dentro de nós.
Cada novo ano é mais um pedaço de sonho, de esperança e de ambição. Os sonhos das pessoas misturam-se num amontoado de desejos por realizar, juntando a todos os anseios que morreram pelo caminho. As desilusões também fazem parte da vida.
Escolhi "Fora do Mar", do filme da Disney A Pequena Sereia, para encerrar 2010. É o meu filme de animação preferido de sempre. Assisti-o pela primeira vez com uns dois ou três anos e ainda hoje ao revê-lo os meus olhos brilham como da primeira vez. A Ariel sonhou com o seu príncipe e o seu sonho tornou-se realidade. Transformou-se em humana e viveu para sempre ao lado do seu amado.
É uma boa forma de terminar este ano, a meu ver.
Bom 2011 para todos vós.









lots of love,
mark

30 de dezembro de 2010

Faz Acontecer!


Todos nós sofremos diariamente com coisas que nos acontecem e que nos tornam os dias mais cinzentos. Ninguém pode dizer de pleno direito: "Eu sou feliz!". Será uma mentira porque ninguém é inteiramente feliz. Na medida em que a felicidade é um termo absoluto (ou se é feliz ou não se é feliz), ninguém é feliz. Temos, contudo, momentos de abstracção, de verdadeira alienação com a realidade. Desfrutamos de pequenos prazeres que nos dão a ilusão de que detemos a felicidade: somos falsamente e inversamente felizes. É uma felicidade ilusória e meramente parcial. A felicidade é eterna, logo, não poderia nunca ser quebrada. Mais uma prova de que não somos felizes. Por fim, é perpétua. Tem início, mas não tem fim.
Devemos, então, desistir, baixar os braços? Não. Esse não é o caminho. Se queremos alguma coisa, devemos persistir na luta para atingirmos esse objectivo. Devemos acreditar em nós próprios, na nossa infinita capacidade de superarmos os nossos limites. Ao acreditarmos nas nossas capacidades, enfrentamos o desafio de frente, não virando a cara ao risco inerente a qualquer batalha. Apenas temos de nos manter firmes e sempre com a determinação inicial.
Ter fé, é importante ter fé, mais não seja em nós.
Quando acreditamos, as noites tornam-se menos longas e mais aprazíveis.
Luta, vive, acredita. Faz acontecer!

28 de dezembro de 2010

Correr ao Vento


A vida passa por nós e a verdade é que raramente a vivemos. Quem sabe o que é viver? Viver não será, com toda a certeza, acordar, enfrentar filas de trânsito, entrar numa repartição oficial, trabalhar dez horas por dia, voltar para casa, dar de comer às crianças e ir para a cama (sim, que com tanta azáfama lá se vai a vontade de fazer amor ou sexo...). A isto dá-se o nome de «sobrevivência». E é nesta condição que se encontram grande parte das pessoas. Há bastantes que vivem a vida, mas vivem-na porque podem, porque têm possibilidades financeiras e sentimentais - a estabilidade - para o fazer.
O que é «correr ao vento»?
Correr ao vento é ser livre, em primeiro lugar. É viver a vida, tentando vivê-la com os mínimos problemas possíveis. É possível fazê-lo sem nos tornarmos uns eremitas ou uns hippies loucos alienados da realidade? Eu provo que isso é possível todos os dias. Eu vivo a minha vida de forma intensa.
Apetece-me comer um gelado e correr com uma amiga no meio da rua durante o Verão? Pois bem, faço-o, sem me importar minimamente com as opiniões dos transeuntes que por ali possam passar. Apetece-me brincar, gargalhar e aproveitar cada sensação de alegria que invade o meu ser? Faço-o, pouco me importando se os meus sentimentos possam ser bem ou mal interpretados. Todavia, a tudo devemos imprimir um pouco de classe. É importante não confundir a liberdade com a vulgaridade. Para tudo há limites, mas a auto-imposição de limites é algo a que estamos habituados.
Viver a vida a cada segundo, aproveitando cada momento único e irrepetível que sucede na nossa existência. Viver a vida sem grilhões de terceiros, principalmente sem as amarras sociais que nos retiram o brilho e ânsia de viver. É tudo tão breve, tão efémero!...
Se negligenciarmos a nossa vida, um dia chegaremos à conclusão de que não a vivemos: outros a viveram por nós.

27 de dezembro de 2010

Boys, We Love Them!



Boys, Boys, Boys!
We like boys in cars
Boys, Boys, Boys!
Buy us drinks in bars
Boys, Boys, Boys!
With hairspray and denim
    Boys, Boys, Boys!    





WE LOVE THEM! ;)





Boys, Boys, Boys - Lady Gaga