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28 de dezembro de 2017

Unha semana marabillosa.


   Tivemos o jantar de Natal pelo meio, bem como o Natal propriamente dito, e muito ficou por dizer em relação à semana fantástica que vivi com o meu amigo galego, o M., que esteve em Portugal de segunda a segunda (de dia 11 a dia 18). Foi uma semana muitíssimo bem aproveitada, e só não o foi mais porque tive de ir visitar a minha avó no hospital, que estava internada devido a uma fractura no fémur.

    Na primeira publicação em que dei conta da sua vinda a Portugal, expus sucintamente o que fizemos na segunda e na terça (dias 11 e 12). Logo na quarta, dia 13, levei-o a Belém. É um bairro paradigmático da capital, pela história ligada aos nossos descobrimentos, e o M. também tinha muita curiosidade. Como já chegámos tarde, só passeámos pelo bairro, à beira-rio, mas ainda o pude levar ao Museu da Presidência. O M. é republicano, nacionalista. Sente um profundo desprezo por Espanha e pela monarquia dos Borbón. Saber mais sobre o nosso regime e o nosso sistema, semipresidencial, agradou-o muito.


    Ainda entrámos na igreja dos Jerónimos. Esteve perto dos cenotáfios de Vasco da Gama e Camões. De seguida, fomos aos pastéis de Belém, quentinhos e deliciosos, fazendo todo o percurso de regresso a pé, a conversar, de Alcântara ao Cais do Sodré.





    Na quinta, à partida iríamos a Sintra, mas fez-se tarde. Escolhemos, então, o Palácio de Queluz, uma jóia da arquitectura portuguesa do século XVIII, mandado edificar por Dom Pedro III. Percorremos todas as galerias e os imensos jardins, belíssimos.

O quarto em que nasceu e morreu Dom Pedro IV de Portugal / I do Brasil



    No dia seguinte, bem cedo, fomos, finalmente, à mágica vila de Sintra: um dia em cheio. Quem julgar que consegue visitar o Palácio da Pena numas poucas horas, desengane-se. Julgávamos que daria tempo para visitar o Palácio e a Regaleira, e só conseguimos ir ao palácio e passear pela vila.  Apanhámos um dia cinzento, com muita névoa. Chuviscou, o que com a neblina tornou o passeio ainda mais especial. Indescritível.






   A entrada é cara, sim, mas compensa. O palácio é maravilhoso, por dentro e por fora, e os jardins, verdadeiros bosques, são encantadores. Perdemos o dia inteiro a desbravar cada torre, cada recôndito, cada vale. Ainda passeámos pela vila, passando, claro está, pelos tradicionais travesseiros da "Piriquita", passo a publicidade.



   Já no sábado, no dia do jantar, fomos, da parte da manhã, ao Museu dos Coches, em Belém. À tarde e à noite, como se sabe, dedicámos o tempo ao evento. Tivemos sorte, porque o recinto antigo do museu, encerrado por anos, já abriu ao público, e ainda contém alguns exemplares.

Recinto novo.

    Domingo seria, tudo indicava, o dia em que o M. se despediria de Portugal, voltando à Galiza. Por um percalço no horário, acabou por adiar o vôo para o dia seguinte, permitindo-se a explorar um pouco mais de Lisboa. Uma vez que se tratou de algo inesperado, nesse dia só tivemos tempo de ir ao Museu de Arte Contemporânea da Gulbenkian.


    Na segunda, por fim, tempo das despedidas. O M. partiu, com a promessa de que o visitarei, em breve, na Galiza. Será a minha vez de me deixar encantar por uma nação tão rural e mágica.
    Foram dias fantásticos na companhia do M., um rapaz culto, interessante, médico respeitado. Os amigos do jantar puderam conhecê-lo e testemunhar o quão afável e educado é. Oito dias que guardarei na memória. Pessoas assim valem muito a pena.

Todas as fotos foram captadas pelo meu iPhone. São minhas e de minha autoria. Uso sob permissão.

18 de dezembro de 2017

Jantar de Natal - O grande dia.


   Sábado começou cedo, bem cedo. Levantei-me pelas seis e meia. Arranjei-me meticulosamente - quem me conhece sabe que sou vaidoso - afinal, tratava-se do primeiro jantar que Natal que iria organizar. Saí de casa e fui ao encontro do meu amigo estrangeiro, o M., que já me esperava para o pequeno-almoço. Um pequeno almoço inglês, requintadíssimo, como eu gosto.


   De seguida, e como o lanche seria apenas às 16h, numa pastelaria do centro de Lisboa, decidimos voltar a Belém. Levei o meu amigo ao fantástico Museu dos Coches, que já conhecia, mas que está um encanto. Aproveitámos e fomos ao antigo, num átrio lindíssimo, que abriu de novo ao público e que ainda guarda alguns exemplares.


   Não dava para passearmos mais por Belém. Pelas minhas contas, nem todos viriam ao lanche, pelo que chegámos à Pastelaria Versailles em torno das 16h:20m. Lanchámos, até que se juntou um dos convivas, seguindo-se outro. Por lá ficámos até cerca das 19h, sempre em amena cavaqueira.

   
  Conforme o que fora previamente combinado, descemos a Avenida da Liberdade, a esta altura já quatro, apreciando a decoração natalícia deste ano. O percurso terminou à porta do restaurante escolhido - a Casa do Alentejo. Subimos a escadaria. Um antigo palácio. Espaço elegante, todavia familiar. Aos poucos, todos se foram juntando em torno de uma mesa redonda, escolha perfeita.


   Decidi assim que a ideia me ocorreu: para ser mais democrático, e aproveitando as iguarias tradicionais alentejanas, cada um escolheria o seu. Impingir comida nunca foi meu apanágio.
    Houve tempo para tudo: confraternizar, brindar com um fantástico tinto, à temperatura ambiente, e provar as iguarias do restaurante. Pontos mui positivos para a doçaria, que adorámos - creio poder falar por todos.

    Estômagos cheios, hora do Amigo Secreto. Munidos de um fantástico cesto natalício, cuja foto reproduzo abaixo, procedemos à votação: cada um tiraria um papelinho com um nome, colocado no cesto entre os restantes papéis e uns bombons redondos, e ofertaria a pessoa que lhe tivesse sido atribuída. Tudo imbuído no espírito da época. Na foto não é perceptível, mas o cesto tinha um saquinho em renda vermelha, muito engraçada. Pensei ao pormenor.









Foi um momento engraçadíssimo - o ponto alto do dia. Fartámo-nos de rir com a originalidade, e eu diria que se acertou em cheio. Os presentes foram bem atribuídos.

   
   A noite não terminaria sem o after-dinner. Local eleito: Palácio Chiado. Escolhemos as bebidas entre mais risotas e muitas histórias. Quanto a mim, tomei um fantástico, e bem quentinho, chocolate quente. Hmm, delicioso.


   
    É necessário fazer um balanço? Super positivo. Orgulha-me muito saber que organizei um jantar em que todos se sentiram bem, e incluídos. Reconforta receber mensagens nestes moldes: "Foi o melhor jantar de grupo". É bom, cai bem. Eu, que nunca me julguei ser o melhor nisto e naquilo, proporcionei um momento agradável e de comunhão, sem grandes aparatos. O jantar não correu como idealizei; superou todas as minhas expectativas. Digo-o do fundo do coração. Guardarei aquele dia na minha memória.

    Só mesmo para concluir: obrigado a todos os que estiveram presentes. Tive oportunidade de o agradecer antes do Amigo Secreto, mas reitero aqui, uma vez mais, o meu agradecimento. Aos que vieram de longe e de menos longe, e aos que aceitaram de imediato, mesmo não me conhecendo tão bem. Vocês, sim, são os melhores. :) Haverá mais, estejam seguros disso.

5 de dezembro de 2017

Dois em um.


   Há algum tempo (muito?) que não faço um dois em um. O dois em um, sucintamente, consiste na abordagem de dois temas numa única publicação.  Neste caso, têm ambos em comum o Natal.

   Começando pelo primeiro, a encomenda do estrangeiro: a minha NES não chegou. Após várias semanas de espera, e uma ida ao posto dos correios, soube, ainda sem qualquer aprofundamento, que foi entregue a outra pessoa por engano, provavelmente, estando de momento a fazer o caminho do remetente, ou seja, voltará para onde veio. Incompetência dos CTT, talvez. O endereço estava correctíssimo. Já segue uma reclamação via postal. Só espero que a carta não se extravie... O mais estranho é que da minha primeira ida aos correios, estranhando a demora, disseram-me que a encomenda estava em Portugal, só que retida no norte por uma "greve na distribuição". Souberam de alguma greve na distribuição dos CTT? Eu tão-pouco. Veremos o que se segue. Se voltar para quem ma enviou, nem tudo estará perdido. Falta saber se não andará por aí num qualquer lar português.
   Menos um presente de Natal. Terei outros. Na pior das hipóteses, que queria ao máximo evitar, terei de accionar meios judiciais.

   
   O jantar de Natal. Terminou, no dia 2, o prazo para aceitar integrantes. Somos um número razoável. O jantar terá um momento divertido no final, fruto de uma ideia que me ocorreu. Os participantes foram devidamente informados de tudo via e-mail.
   Estou expectante. Seguramente que será uma noite, ou melhor, um dia, para mais tarde recordar. Falta pouco mais de uma semana. Da minha parte, há uns detalhes a acertar, coisa pouca. Quero tudo devidamente tratado. É a semana de ultimar os preparativos. Gente metódica age assim. 
   Creio que consegui manter algum suspense. Há muita curiosidade em torno... Nada mais do que esperar para ver, para comer, claro, para rir e brincar.
   Contar-vos-ei todas as novidades. :)

24 de novembro de 2017

Um mês para o Natal.


    Celebraremos a Consoada exactamente de hoje a um mês. Os edifícios começam a vestir-se para a época. Lisboa já tem luzes dispostas pelas ruas e avenidas, ainda desligadas. É provável que as liguem hoje. Natal é isto: luz, magia, frio, músicas da quadra. Toda a envolvência cria este espírito natalício que, a mim, continua a encantar.

    Este ano, como sabem, tive a ideia de organizar um jantar, que está a ser um sucesso em termos de adesão. Somos, ao momento, onze pessoas, com uma provável décima segunda a juntar-se a um grupo bem disposto. O restaurante está escolhido. Um espaço agradável, requintado, tradicional, no coração de Lisboa. Mais: a reserva está feita, sendo que continuarei a aceitar integrantes até ao dia 2 do mês que vem (e fiz a salvaguarda no dia da reserva, a quem me recebeu). Mais uma semana, portanto, para que quem se sinta indeciso ainda possa decidir.

    Também fiz o roteiro, previamente comunicado aos participantes. Lancharemos (quem quiser) numa confeitaria de excelência, descendo de seguida a avenida para ver as luzes de Natal, terminando o percurso, claro está, no fantástico restaurante que nos irá receber. E também a madrugada nos espera...


    O jantar terá um sabor muito especial - vários sabores, atente-se, pelas iguarias que estarão à nossa disposição! - porque alguns vêm de longe, do norte do país, e do estrangeiro, até. Um evento internacional, não se circunscrevendo apenas às pessoas de cá, por assim dizer. Mais um motivo para que a noite seja especial e verdadeiramente inesquecível.

    Há gente com blogues e sem blogues. Pessoas cujo único intuito é o de conhecer, confraternizar, aproveitando o embalo do Natal, que estimula ao convívio. Haverá, portanto, um saudável equilíbrio, como se quer.
    Eu sou apenas o organizador. No dia 16, serei um entre todos, sem protagonismos, sem imposições, promovendo a interacção - e não segregando, como num por outro jantar em que participei recentemente. Quero apenas que quem participa se sinta bem. Não duvido, no entanto, de que será uma noite memorável.


4 de novembro de 2017

Jantar de Natal - Lisboa/2017.


   Este ano, pela primeira vez, e como ando festivo, vou organizar um jantar de Natal para amigos. Há algumas considerações a fazer. E perguntas que se vos, legitimamente, colocarão. Em primeiro lugar, é oportuno fazer uma pequena referência ao lanche de Natal do ano passado, de minha autoria, que foi singelo, porém um êxito. Em rigor, já em 2016 pensei em propor um jantar de Natal. Todavia, como havia sido organizado recentemente um jantar, adaptei a ideia para algo mais comedido.

   Para amigos. Este jantar, e convém frisá-lo, não é um jantar de blogues. É, como o nome indica, um jantar de Natal, que anuncio no blogue porque gostaria que fosse abrangente e que reunisse pessoas também da blogosfera, desde que se proponham a participar. O intuito é tão-só o de desfrutar de um serão agradável. Terá lugar num espaço acolhedor, da capital, ainda a determinar. O dia, esse sim, está escolhido. Realizar-se-á a um sábado, 16 de Dezembro. A quem quiser participar, anote na agenda. A menos que haja um contratempo, será este o dia do jantar.




    Para esse dia, o evento é o jantar. Entretanto, haverá um lanche de Natal, no mesmo dia, pela parte da tarde, que em nada estará relacionado ao jantar, ou seja, quem quiser participar no jantar não terá de participar no lanche. O lanche, digamos assim, será um momento de confraternização que antecipa o jantar. Já escolhi o local do lanche e a hora, que serão devidamente divulgados a quem mostrar interesse. Haverá, seguindo-se ao lanche e ao jantar, um after-dinner num local agradável, a definir, de animação nocturna. Nada de devaneios, que é Natal. Um barzinho. Por maioria de razão, também só participará quem quiser. O evento, repito, será o jantar.

   Com a periodicidade que me parecer devida, irei publicando mais informações sobre o jantar. Se quiserem participar, enviem-me um e-mail para asaventurasdemark@hotmail.com, o e-mail do blogue. Exorto-vos a que adiram à ideia. Será um jantar simpático, elegante, com pessoas divertidas e discretas. É o primeiro anúncio que faço ao jantar e posso dizer que já somos umas 5 a 6 pessoas, comigo incluído. Virão, inclusive, de fora do país. Pelo menos uma. O esforço valerá a pena.

   Compreendo que o factor gastos-de-Natal pese em algumas pessoas na hora da decisão. Pois bem, o jantar comportará um preço simbólico a cada um. Não será nada excessivamente caro. Assim haja boa vontade em participar. Poderão confirmar a vossa presença até ao dia 2 de Dezembro. Terão tempo para reservar o dia 16 para o jantar.
   Venham. Podem trazer conhecidos, amigos. Não se sintam acanhados! Quaisquer dúvidas, disponham. Estarei disponível através do e-mail e na caixa de comentários para questões mais genéricas. :)