10 de agosto de 2026

Miranda do Douro e Zamora.






    Este fim-de-semana fomos a Miranda do Douro e à sua cidade vizinha de Zamora, que fica a 50 km de distância. Da minha casa, quer a uma, quer à outra, são mais de duzentos quilómetros. Saímos no sábado de manhã. Gostei imenso de Miranda do Douro. Pequenina, linda. Muito simpática. Vi tudo arranjado, bem estimado. Come-se bem. Pessoas simpáticas, afáveis. Uma cidade mais do norte de Portugal que acrescento à minha lista de vistas.







  No domingo, depois do pequeno-almoço, visitámos Zamora. Também nos faltava. Eu gostei mais de Salamanca, sou sincero. Domingo está tudo fechado em Espanha. É provável que tenha influenciado na minha primeira experiência pela cidade. Demos uma volta no perímetro urbano e passámos pela Catedral, que estava aberta. Faltou-nos o castelo, que ficará para outra oportunidade, até porque havia que voltar, que o M. entrou hoje, segunda-feira, bem cedo, e não deixaram de ser outros duzentos e tal quilómetros. O bom é que eu adoro conduzir, e portanto, em dois dias, fiz qualquer coisa como 500 km (para mais).


8 comentários:

  1. Espectaculo, não conheço mas fica a dica para umas próximas férias
    Abraço amigo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Muito bonito mesmo, mas vê-se em dois dias.

      Um abraço.

      Eliminar
  2. Olá, Mark!

    Fiquei curioso :) Há uns 5 anos que não viajo por Portugal. Gostava de ir a Amarante, por exemplo. Ponte de Lima, também. Viana!

    Tenho carta há muitos anos, mas não conduzo e não tenho carro. Ando a pensar em resolver esse problema. Recordo-me que começaste a conduzir após alguns anos sem o fazer. Recorreste a aulas de condução? Gostava de começar a conduzir, porque sinto que me traria mais liberdade.

    Abraço!

    Diogo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá, Diogo.

      Assim que li isso do que tens a carta mas não conduzes, pensei na minha situação. Sim, foi exactamente assim que estive por muitos anos, e foi uma urgência que me obrigou, entre aspas, a começar a conduzir: vivia num apartamento com vizinhos extremamente ruidosos. Ali, casas não há. A solução seria comprar uma casa a alguns quilómetros, porém, aqui não há transportes, como calculas (vivo no cu do mundo). O meu marido não tem a carta nem tempo para tirá-la, logo, tive de ser eu.

      Sim, fiz 10 aulas de condução. Pensei que poderia precisar de mais, mas finalmente não. Chegaram. Comprei um carrito (que entretanto foi para a reforma, já tenho outro) e vou a todas as partes. Nem me veria sem conduzir. Depois de conduzires, não te vês a voltar atrás. Dá-te uma liberdade impressionante, o que se nota principalmente quando vives no rural. É brutal a diferença.

      Relativamente às viagens, é curioso. Eu não tenho família no norte de Portugal, portanto, não conhecia nada. O Porto, e mal. Os meus pais iam sempre para o Alentejo e o Algarve (tenho raízes maternas no Alentejo, porque as paternas estão em Lisboa e na zona centro). Agora, pelo destino, a região portuguesa mais perto de mim é o norte, mais concretamente Trás-os-Montes (risos). Se me dissessem isto há uns anos… Resultado, ando sempre metido em Chaves e Bragança (risos), e já conheço praticamente bastantes cidades do norte, sendo que não conheço mais porque o meu marido trabalha muito. É raro ter um fim-de-semana inteiramente livre.

      Um abração!

      Eliminar
    2. Hello, Mark.

      Começo a ter cada vez mais vontade de voltar a conduzir :). Fiquei inspirado! A liberdade que dá é mesmo impressionante. São umas pernas! Vivendo em Lisboa os transportes públicos sempre chegaram, contudo, regressado da Suécia e da Dinamarca, a nossa rede mantém-se atrasadíssima. Recomendo-te ambos os países, tendo em conta que gostaste de Amesterdão.

      Logo que tenha carro começarei a explorar as cidades do norte! Como te disse gostava muito. Conheço bem o Porto, apenas. Estive algumas vezes em Braga, Aveiro e Espinho. Interior norte conheço muito mal. Andei pelo Gerês, português e espanhol, em 2020.

      Um forte abraço!

      Diogo

      Eliminar
    3. Olá, Diogo.

      Pois quando começares a conduzir e calhar vires ao interior norte, vou ter contigo e conhecemo-nos. Se te parecer bem!

      Sim, adorei Amesterdão, e já ando a pensar onde iremos em Dezembro. Pensei na Escandinávia. Deve ser é muito frio no final do ano.

      Eu acho que fazes bem em começar a conduzir; se bem que em Lisboa não deve ser fácil, pelo trânsito e pela dificuldade em estacionar. Podes usar os transportes públicos no dia-a-dia e o carro para viagens de lazer.

      Um abraço.

      Eliminar
    4. Olá, Mark.

      Parece-me muito bem e aceito o convite! Muito obrigado :).

      Muito frio e pouca luz solar. Eu gosto de ir para o norte da Europa no Verão, porque o turismo está invertido! Os norte-americanos são um problema...

      Eu estava a pensar fazer as aulas mesmo em Lisboa, para lidar com as especificidades do trânsito urbano, embora utilizar o carro em Lisboa, no dia-a-dia, não faça muito sentido.

      Outro abraço!

      Eliminar
    5. Olá, Diogo.

      Eu, no Verão, vou sempre para destinos de praia. Gosto demasiado de praia para abdicar desse pequeno prazer de meros dias. No Inverno, escolhemos um destino pela Europa. O ano passado calhou Amesterdão, o anterior Paris, o anterior ao anterior Londres, etc.

      Aprende-se a conduzir nas cidades. Nas auto-estradas é “sempre a andar”, como se diz. Nas cidades tens de manobrar mais o motor, as mudanças. É o “pára-arranca”, as rotundas com várias vias, as direcções complicadas, etc. É tudo experiência. Vai por mim. Uma vez que lhe pegues o jeito, é intuitivo.

      Outro abraço!

      Eliminar