18 de dezembro de 2024

De regresso, e Paris.


   Há umas semanas que não digo nada. Estive em Paris, de férias, e entretanto voltei doente. Apanhei uma gripe horrível no penúltimo dia, mas mesmo assim consegui cumprir com o plano integral da visita. Tenho estado em casa, quase sempre deitado, a recuperar. O frio não ajuda.

   Foi a minha primeira vez na Cidade Luz. Gostei de Paris, é uma metrópole de cultura e arte, mas achei os parisinos detestáveis. Não falam inglês (por maioria de razão também não falam castelhano), e portanto a comunicação com eles foi um bocado custosa. São tremendamente chauvinistas.

   Oito dias de muitas visitas. Pouco a pouco irei contar-vos por onde andei (também não é assim tão difícil adivinhar o percurso). Posso-vos dizer que não, não fui à Disneyland. Não tenho paciência para parques de diversões infantis. Tentei fazer um plano equilibrado. Claro que ficou muito por ver (Paris é uma cidade que exige várias visitas), porém, o principal foi explorado. Nos próximos dias serei mais exacto.

4 comentários:

  1. Uma cidade a visitar sempre....sempre...sempre.
    Nunca me canso de a visitar, o que faço vezes sem conta, se bem que nos últimos anos tenho vindo a espaçar mais as minhas visitas, favorecendo outros destinos.
    Não é de estranhar, visto que foi aqui, nesta cidade, que vivi uma forte ligação durante um ano, há muitos anos atrás.
    Continuo a visitá-la, mas já sem essa ligação, mas mais como nostalgia do que vivi na altura. Claro que ter um familiar que me é muito próximo a viver ali tem ajudado a que ali me desloque amiúde.
    Visitar o Louvre tem sido uma tarefa de anos, e ainda não está totalmente explorado, como gosto de fazer aos museus fantásticos.
    Quanto aos parisienses, nada a fazer. Mas que criaram uma cultura fulgurante, lá isso criaram, que se podem orgulhar de uma civilização de primeira grandeza, também ... nada vez gratuito!!!
    Eu deixo-os.
    E como falo francês, não fico incomodado com a falta de vontade que eles têm de se dedicar a outras línguas, mas vendo a forma como o fazem, é bem melhor que nem o façam!!!!!! Ouvi-los a tentar arranhar outra língua é uma experiência deplorável, pode acreditar!!!! Até faz doer os ouvidos ...
    Como já não conto vir aqui deixar-lhe comentários antes do próximo ano, e só lá para meados do mês, quero desejar-lhe festas bem passadas e cumprimentos
    Manel.

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    1. Olá, Manel

      Foi a minha primeira vez em Paris. Fizemos uma visita guiada ao Louvre, e depois de terminar decidimos ficar por lá todo o dia para apreciar melhor o que pudéssemos. São mais de 35.000 obras. É impossível. Além disso, a afluência não ajuda. Milhares de pessoas passeiam-se por lá a fotografar, muitas vezes a posar junto às obras. Não se consegue ver nada com a calma devida. Vimos o essencial. Já hei-de voltar.

      Os parisinos, ou parisienses, pois, não fiquei bem impressionado. Tive até um pequeno atrito com um, precisamente pelo tema linguístico, mas enfim, estão no seu país, não é… em Roma, sê romano.

      Não pretendo voltar a Paris nos próximos anos porque tenho muito mundo à minha espera, mas fá-lo-ei inevitavelmente, claro.

      Cumprimentos, obrigado pelos votos, e desejo-lhe umas festas muito felizes. Obrigado por estar aí.

      Mark

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  2. As tuas rápidas melhoras e na expectiva dos próximos posts, já faz muito tempo que estive em Paris
    Abraço amigo

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    1. Obrigado, amigo Francisco. Já me sinto melhor (sem estar totalmente recuperado ainda).

      Um abraço,
      Mark

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