Do que me fui lembrar… Fui dar uma vista de olhos ao e-mail do blogue e inclusive ao meu e-mail pessoal, a que alguns -poucos- bloggers tiveram acesso. Recuei no tempo. Fui lá atrás. Bem lá atrás. Aos recônditos mais escondidos, porque eu não apago nada. Sou muito conservador nesse aspecto. Tanto e-mail de tentativas de engate, e tanto engatatão de meia tigela. E eu, não é para me fazer de púdico, a dar-lhes com os pés, de forma educada, porque sempre soube muito bem o que queria. Nunca quis andar de cama em cama, de mão em mão. Quis alguém que me amasse e respeitasse, e esse alguém foi o meu marido, a primeira pessoa a quem me entreguei por completo numa cama. Sim, a primeira com quem fiz tudo. E já estava avançado nos trintas. Adiante. Dei com um e-mail de uma santa do pau carunchoso que anda aí nos blogues, muito zen e muito senhora de si, que há dez anos tentava engatar-me a enviar-me e-mails a elogiar as minhas mãos (risos). De todas as tentativas, quer na blogo, quer fora dela, esta foi das mais originais - honra seja feita à bicha. Isto são muitos anos na blogo. São muitas histórias. Ui, se estas “paredes” falassem…

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