Aqui há uns dias fiz uma publicação sobre personagens (no sentido comum e pejorativo do termo) que conheci na blogosfera. Conhecer mesmo. Pessoalmente. Algumas ficaram de fora, nomeadamente uma bicha velha, mais convencida que o convencimento, que conheci em vários jantares e outros meetings. A bicha, setentona, considerava-se o máximo. Organizava jantares, onde tinha de ser a estrela principal. Todos tinham de lhe dizer amém e desfazer-se-lhe em elogios. Arrogante como só ela, o facto mais curioso de tudo isto é que a bicha mantinha um rapaz do leste europeu. Sim, mantinha. Isso mesmo. Mantinha-o (€) para poder dizer que namorava e era amada. Tinham uma diferença de idades de alguns quarenta anos, e um “namoro” totalmente virtual, que escassas vezes se tornou real.
Houve outra bicha (esta não conheci pessoalmente, felizmente) que me perseguia. A perseguição durou anos. Tive uma discussão com a ameba no blogue dela (onde ainda se fazia passar por hétera), e a coisa ficou por aí. O blogue desapareceu. Nunca mais pensei na criatura. Anos depois, surge num comentário dum blogue doutra bicha a “arrasar-me”; a dizer cobras e lagartos a meu respeito. Claro que me ri. Foi hilariante. Entre um episódio e outro passaram-se quê? Dez anos? A bicha, ainda amargurada, surgiu do nada, quiçá das catacumbas do Trumps.
E foi mais um episódio do Bichas (que conheci… ou não).