27 de abril de 2018

A Noite do Jogo.


    Na quarta, fui de novo ao cinema. É bem provável, digo eu, que dê uma pausa nas sessões cinematográficas, uma vez que já esgotei quase todas as opções disponíveis em cartaz, de modo a que me engano a mim próprio. Este filme, de que vos falarei em seguida, foi aquilo a que vulgarmente chamamos um barrete. Enfiaram-mo, literalmente.

     Não sou muito dado a comédias. As peripécias da vida já me dão para rir (ou para chorar, como queiram). Para me divertir, a comédia tem de ser verdadeiramente interessante, divertida. É muito fácil uma comédia cair no lugar-comum. O argumento deste filme até consegue ser minimamente original: casais que se juntam para jogar um jogo. Vai-se a ver e o jogo não é tão jogo assim, sendo que depois o é e torna a não o ser. Confusos? Assim é o filme. Depois, é uma sucessão de disparates sem par. Nem as partes cómicas têm grande piada. Sacam-nos umas gargalhadas, mas nada de muito prazeroso. Quase que rimos para dar o filme por bem escolhido. Ou rimo-nos dos disparates. Eu adivinhei, por três ou quatro vezes, o que viria a acontecer na cena seguinte. Imprevisibilidade, zero. Se tivesse, em notas escolares, de lhe atribuir uma classificação, dar-lhe-ia um suficiente menos.


    Neste exacto momento, escrevo-vos do Marquês (de Pombal). Vim lanchar, deixar aqui o meu testemunho do filme a que assisti e ultimar os detalhes do dia de amanhã. Um bom fim-de-semana!


4 comentários:

  1. Fazer comédias é algo muito mais complicado que outros gêneros.

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    1. É verdade, meu amigo. Por isso é que saem uma porcaria vulgarmente.

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Um pouco da vossa magia... :)