22 de dezembro de 2009

Natal (II - Diogo e Soraia)

Hoje foi o tão ansiado dia de compras. De manhã, apressei-me a telefonar ao Diogo e à Soraia (a minha melhor amiga) a desafiá-los para um dia de compras comigo. Aceitaram. Combinámos às 16 horas em minha casa. E a essa hora lá estava o Diogo à porta. O porteiro anunciou-o e eu mandei subir. A Soraia é sempre mais atrasada, mas até já estou habituado. Chegou quarenta minutos depois. Fomos no carro do Diogo até ao El Corte Inglés para termos o nosso fantástico dia. Dos três, eu sou o pior. Descontrolo-me completamente no meio de tanta coisa boa. A Soraia queria ir ao piso 3 (moda jovem), eu queria ir à parte dos albúns de música e o Diogo assim meio à toa a pensar no que se tinha metido. Para não nos afastarmos, decidimos começar de "baixo para cima". Lá comprei os meus cd's (colectânea dos Queen, a edição De Luxe da Lady GaGa e o Emotions da Mariah Carey); depois fomos ao piso 3, onde a Soraia comprou montes de roupa (logo ela que não tem nada de vestir...). Experimentou, voltou a experimentar. Nós damos mesmo espectáculo: eu, por motivos óbvios, :) nunca passo despercebido, a Soraia é excêntrica e super aberta, o Diogo é mais calmo mas ria-se que nem um doido. Que trio. Eu, no meio de tanta azáfama, comprei uns jeans lindos e uma camisola às riscas que adorei. O Diogo convenceu-nos a ir ao piso 2 (moda homem), onde comprou um blazer daqueles bem tradicionais e glamorosos. A Soraia não parava de brincar com ele, chamando-o de «beto». Passámos por todos os pisos. Fomos ao 4 (moda criança e brinquedos) porque eu adoro peluches e quis comprar um para colocar na minha cama. Foi a minha vez de ser gozado. Lol. Ouvi tanto... mas consegui comprar um urso creme lindo e felpudo. Esse foi o presente do Diogo para mim. Ele sabe que não gosto que me ofereçam, ou seja, compro tudo para mim; e assim fez, pagando-me o peluche que queria. À Soraia deu-lhe um cd dos AC/DC (blharrrghh, mas ela gosta :P). Nós também lhe comprámos uma coisa cada um. Eu, uma camisa azul que, modéstia à parte, lhe fica muito bem; a Soraia deu-lhe outra camisa, também muito gira. Andámos a passear por todo o centro e foi muito bom. Só diversão e brincadeira. Eu e a Soraia vibrámos com o Diogo. Ele é tão fixe que eu e a Soraia demos-lhe o braço. Então, era um de cada lado. Parecia o cavalheiro e as duas meninas. Lol. Resultado: cinco horas sem parar e as mãos cheias de sacos.
Ainda fomos à cervejaria Trindade jantar. Desde as 17 horas até à meia-noite, mas sempre a rir.
O Diogo levou-nos a casa. Primeiro a Soraia, depois a mim. Ficámos uns vinte minutos no carro a falar. Estava tão quentinho no carro que nem me apetecia sair. Desses vinte, uns dez calados. Nem sabíamos o que dizer. O silêncio ensurdecedor... Até que lhe agradeci o dia fantástico e despedi-me dele. Quando ia abrir a porta pensei: - "Deu-nos o braço e agora estou a ser frio? Mostra-lhe como és doido!"
Debruçei-me sobre ele e dei-lhe um beijo... de amigos... na cara.
Não me importei com nada. Apeteceu-me.
Bati a porta e não olhei para trás.

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